Carteiras sugeridas para maio
XP, Ítau, BTG, Santander e outras casas divulgaram suas recomendações
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Carteira Max Ações – NMS Research
A NMS Research realizou ajustes pontuais em sua Carteira Max Ações, encerrando a posição em #AZZA3 e adicionando a Odontoprev [#ODPV3]. Além disso, a casa optou por reduzir levememente a exposição em #CXSE3 e #AXIA3. O portfólio, que busca superar o Ibovespa no médio e longo prazos, segue a metodologia do "Tripé do Valor", equilibrando Large caps, pagadoras de dividendos e Small caps.
Carteira Renda Total – XP
A XP promoveu mudanças táticas em sua Carteira Renda Total para maio, com destaque para a inclusão do #KNRI11 (+3,0%). A equipe de análise também ampliou as posições em #RBRX11, #VISC11 e #RBRR11, enquanto reduziu a exposição em fundos como #HFOF11 e #RZAG11. O objetivo é reforçar a participação em ativos com perfil defensivo e carrego atrativo, reduzindo o peso naqueles que já atingiram preços esticados.
Radar de Preferências – Itaú BBA
Para o mês de maio, o Itaú BBA promoveu quatro alterações estratégicas em seu Radar de Preferências. No setor de Construção Civil, a Moura Dubeux [#MDNE3] entra no lugar da Cyrela [#CYRE3]. Em Bens de Capital, a Marcopolo [#POMO4] substitui a WEG [#WEGE3], enquanto no setor de Consumo, a Panvel [#PNVL3] ocupa a vaga da Vivara [#VIVA3]. Por fim, a Gerdau [#GGBR4] passa a integrar a lista no lugar da Vale [#VALE3], reforçando as 20 melhores ideias de investimento da casa para o período.
Carteira de Ganho de Capital – XP
Focada em oportunidades de valorização, a carteira de FIIs da XP para maio ampliou a exposição ao #VISC11 (+1,0 p.p.) em detrimento do #HFOF11. Segundo a análise, o fundo de shoppings apresenta uma assimetria positiva no curto prazo e potencial de elevação de rendimentos via ganhos de capital na reciclagem de ativos. No último ano, a carteira acumula uma valorização de 17,9%, superando tanto o IFIX quanto o CDI no período.
Carteira Dividendos – Santander
O Santander atualizou sua Carteira Dividendos para maio com a inclusão da Vibra [#VBBR3]. Em contrapartida, deixam o portfólio os ativos BTG Pactual [#BPAC11], Vivo [#VIVT3], Alupar [#ALUP11], Copel [#CPLE6], Vale [#VALE3] e Cury [#CURY3]. A estratégia foca em empresas de baixa volatilidade e baixo endividamento, buscando superar o Ibovespa no longo prazo através da combinação de proventos atrativos e ganho de capital.
Carteira Viva de Renda com FIIs - XP
A casa manteve a carteira inalterada para o mÊs de maio. O portfólio, desenhado para investidores com maior tolerância ao risco, utiliza modelos estatísticos para identificar ativos com baixa volatilidade no pagamento de proventos, liquidez elevada e crescimento de patrimônio líquido. A estratégia foca na potencialização da renda mensal através de uma alocação dinâmica entre os segmentos de papel, tijolo, híbridos e fundos de fundos (FoFs).
Top Dividendos Plus – XP
A incorporadora Plano & Plano [#PLPL3] passa a integrar o grupo dos 10 nomes recomendados pela XP, ocupando a vaga deixada pela Cyrela [#CYRE3]. Segundo a equipe de análise, a troca foi fundamentada em dados de consenso da LSEG, que apontam um dividend yield mais atrativo e uma melhora nas expectativas para a Plano & Plano, enquanto a Cyrela apresentou deterioração nas projeções de rendimento e nas avaliações de mercado.
Top Ações Globais – XP
A XP optou por não realizar mudanças em sua carteira Top Ações Globais para o mês de maio. A decisão fundamenta-se na solidez dos ativos selecionados, que apresentaram um desempenho expressivo de 7,8% em abril. Embora o resultado tenha ficado ligeiramente abaixo do índice de referência (iShares MSCI ACWI ETF), os analistas acreditam que o portfólio atual segue alinhado com as perspectivas para o cenário internacional, mantendo os fundamentos das teses de investimento originais.
Top Dividendos Globais – XP
A estratégia de dividendos internacionais da XP para maio traz como principal novidade a inclusão da Lockheed Martin [#LMT], com peso de 2,5%. A corretora identifica um ponto de entrada atrativo após a ação retornar aos múltiplos de 2025. O movimento busca captar o aumento estrutural nos gastos militares globais, intensificado pelos conflitos recentes no Oriente Médio e na América do Sul, que fortalecem o setor de defesa. A carteira, que seleciona ativos listados nos EUA com distribuição contínua de proventos, mantém uma exposição geográfica diversificada, destinando 27,5% à Europa e 5,0% à Ásia-Pacífico.
Realização de lucros em Dell e desempenho superior
Para acomodar a nova posição, a XP reduziu a fatia da Dell [#DELL] para 2,5%. A decisão reflete uma realização parcial de lucros após o papel disparar 67,3% em 2026, com os analistas avaliando que a relação risco-retorno tornou-se menos favorável após o rali. Em termos de performance, o portfólio global superou significativamente seu benchmark (iShares Select Dividend ETF) em abril, registrando alta de 5,5% contra 2,7% do índice de referência. Atualmente, a carteira mantém posições acima da média em Materiais, Financeiro e Saúde.
Carteira Fundamentalista de FIIs – XP
Para o mês de maio, a equipe de análise da XP promoveu uma reciclagem estratégica em sua carteira recomendada de fundos imobiliários. O movimento central foi a redução da alocação em fundos de papel, como CPTS11, MCCI11 e RBRR11, visando capturar novas oportunidades em ativos reais. Com os recursos liberados, a corretora incluiu o KNRI11 e o HGBS11 no portfólio, reforçando a exposição a tijolo com foco em ativos de alta qualidade, baixa volatilidade e fundamentos sólidos. Além disso, a posição no KNCR11 foi ampliada em 2,0 pontos percentuais.
Top Small Caps – XP
A XP renovou sua seleção de Small Caps para maio com as entradas de Alupar [#ALUP11] e BR Partners [#BRBI11]. No movimento de saída, a Inter [#INBR32] e a Direcional [#DIRR3] deixaram o portfólio. A corretora justificou a retirada da Direcional, somada à redução de peso na Cury [#CURY3], como uma estratégia para diminuir a exposição ao segmento de baixa renda no curto prazo, citando um cenário de maior incerteza e riscos setoriais crescentes para as construtoras residenciais.
Marcopolo e 3tentos ganham espaço na estratégia
Buscando uma postura mais defensiva, a XP elevou as participações de Marcopolo [#POMO4] e 3tentos [#TTEN3]. A fabricante de ônibus é vista como um ativo resiliente, com margens saudáveis no exterior que protegem os resultados contra revisões negativas do setor. Já a 3tentos permanece como a principal escolha da casa no agronegócio. Além disso, a Bemobi [#BMOB3] teve seu peso aumentado, enquanto a Aura Minerals [#AURA33] sofreu nova redução para realização de lucros após a recente valorização das ações.
Carteira Top Dividendos - XP
A XP promoveu uma troca estratégica no setor de óleo e gás em sua carteira de dividendos, inserindo a PRIO [#PRIO3] com peso de 5%. A petroleira é vista como o veículo ideal para capturar o ciclo de alta da commodity, dado o seu recorde de produção, o que deve impulsionar o retorno via dividendos e recompras. Para abrir espaço para o novo papel, a exposição em Petrobras [#PETR4] foi levemente reduzida para 10%. A B3 [#B3SA3] também perdeu participação no portfólio, que agora busca nomes com maior capacidade de geração de caixa imediata e distribuição de lucro recorde.
Carteira Top Ações - XP
A XP Investimentos atualizou sua carteira recomendada com as entradas de Gerdau [#GGBR4], Embraer [#EMBR3] e Totvs [#TOTS3]. No caso da Gerdau, o banco vê um momentum operacional sólido na América do Norte e melhora de rentabilidade no Brasil. Já a Embraer entra para aproveitar uma oportunidade de valuation, após a ação performar abaixo de seus pares globais. Para abrir espaço, a Aura Minerals [#AURA33] foi removida para realização de lucros.
A corretora também promoveu ajustes técnicos de exposição. O peso da Lojas Renner [#LREN3] foi reduzido de 10% para 5%, visando diminuir a presença no setor de varejo. A B3 [#B3SA3] também teve sua fatia cortada no portfólio. As mudanças refletem uma busca por ativos com geração de caixa resiliente e maior proteção em setores industriais e de tecnologia.
Small Caps - BTG Pactual | Maio
O BTG Pactual atualizou sua carteira de Small Caps para maio com a inclusão de Bemobi [#BMOB3] e Sanepar [#SAPR11]. As ações entram no portfólio nos lugares de GPS [#GGPS3] e C&A [#CEAB3], que foram retiradas nesta revisão. Segundo o banco, a Bemobi apresenta uma combinação rara de crescimento de dois dígitos, rentabilidade e retorno ao acionista, sendo negociada a múltiplos atrativos (12x lucro 2026). A expectativa é de que a companhia reporte crescimento superior a 15% no primeiro trimestre, impulsionada pelos segmentos de Pagamentos e SaaS.
Potencial de valorização da Sanepar supera 50%
A inclusão da Sanepar é fundamentada pelo baixo valuation, com a ação negociada a 0,8x EV/RAB. O BTG destaca que o papel teria um potencial de re-rating superior a 50% caso passasse a ser negociado a 1x o valor da sua base de ativos regulatórios. Analistas do banco apontam que o principal gatilho para 2026 será político, com a corrida pelo governo estadual podendo reacender discussões sobre maior eficiência operacional ou privatização.
10SIM – BTG Pactual | Maio
O BTG Pactual optou por manter a carteira 10SIM praticamente inalterada para o mês de maio. O banco reitera que o mercado brasileiro segue atrativo para o capital estrangeiro, sustentado por valuations baixos (P/E projetado de 8,8x) e pelo papel do país como exportador líquido de petróleo, o que oferece proteção contra conflitos no Oriente Médio. A casa destaca ainda que, apesar da redução no ritmo de queda dos juros, o Brasil mantém uma trajetória clara de cortes no curto prazo.
Totvs [#TOTS3] entra no lugar de Itaú [#ITUB4]
A Totvs [#TOTS3] é a única novidade do portfólio neste mês, substituindo o Itaú [#ITUB4]. Após uma queda de 25% no ano devido a temores globais sobre o impacto da IA, o BTG vê a ação negociada próxima ao piso histórico de valuation (15x P/E 2027). O banco acredita que desenvolvedoras de ERP estão protegidas pela relação profunda com seus clientes. Para viabilizar a entrada, o Itaú foi removido em uma movimentação tática para reduzir a exposição a grandes bancos.
Foco em juros e exposição bancária restrita ao Nubank [#ROXO34]
Com a saída do Itaú, o Nubank [#ROXO34] passa a ser o único representante do setor financeiro na carteira, com 10% de peso. A estratégia geral permanece equilibrada, mas com foco em teses sensíveis à queda de juros, destinando 25% do portfólio para empresas de fluxo de caixa de longa duração, representadas por Localiza [#RENT3] e Motiva [#MOTV3].
Manutenção em Commodities, Utilities e Real Estate
O banco manteve 15% de exposição em Petróleo e Gás via Petrobras [#PETR4]. No setor de energia, Axia [#AXIA3] e Eneva [#ENEV3] somam 20% da carteira. O segmento imobiliário e de shoppings segue com 10%, distribuídos entre Cury [#CURY3] e Allos [#ALOS3], enquanto a Embraer [#EMBR3] garante a exposição industrial e cambial com 10%.
Relatório Mensal de Alocação referente ao mês de Abril/26
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