Carteiras sugeridas para julho
XP, Ítau, BTG, Santander e outras casas divulgaram suas recomendações
Este post está sendo atualizado à medida que novas carteiras forem divulgadas. Última atualização 16h30 - 03/07
Small Caps – BTG Pactual
O BTG Pactual promoveu duas mudanças na carteira de small caps de julho. Banco Inter [#INBR32] e Marcopolo [#POMO4] entram no portfólio, enquanto Banco Pine [#PINE4] e Grupo SBF [#SBFG3] deixam a seleção. Copasa [#CSMG3], Sanepar [#SAPR11], Smart Fit [#SMFT3], 3tentos [#TTEN3], Orizon [#ORVR3], Tenda [#TEND3], Pague Menos [#PGMN3] e Bemobi [#BMOB3] foram mantidas.
Banco Inter [#INBR32] e Marcopolo [#POMO4] reforçam a carteira
O BTG vê o Banco Inter [#INBR32] negociando com desconto após a queda de cerca de 40% no ano e avalia que os fundamentos permanecem sólidos, com balanço robusto e crescimento dos lucros. Já a Marcopolo [#POMO4] foi incluída pela expectativa de aceleração dos resultados nos próximos trimestres, apoiada pela melhora no mix de vendas, pelo contrato do Caminho da Escola e pelo valuation considerado atrativo.
Copasa [#CSMG3] segue como destaque; BTG mantém confiança nas demais posições
A Copasa [#CSMG3] continua entre as principais apostas após a conclusão da privatização, com expectativa de ganhos de eficiência sob a gestão da Equatorial. O BTG também manteve a confiança em empresas como Tenda [#TEND3], beneficiada pelo programa Minha Casa, Minha Vida, Smart Fit [#SMFT3], 3tentos [#TTEN3], Pague Menos [#PGMN3], Bemobi [#BMOB3], Orizon [#ORVR3] e Sanepar [#SAPR11], citando potencial de crescimento e valuations atrativos.
10SIM – BTG Pactual
O BTG Pactual adotou uma postura mais defensiva para a carteira de julho diante da perda de atratividade das ações brasileiras para investidores estrangeiros. O banco cita a inflação acima da meta, o espaço limitado para cortes da Selic, a perspectiva de juros mais altos nos Estados Unidos e o aumento dos gastos públicos antes das eleições presidenciais de outubro como fatores que tornam o cenário mais desafiador. Apesar de os valuations seguirem atrativos, a casa optou por reduzir o risco do portfólio.
Ambev [#ABEV3] entra; Localiza [#RENT3] e Equatorial [#EQTL3] deixam a carteira
O BTG retirou Localiza [#RENT3] e Equatorial [#EQTL3] da 10SIM para reduzir a exposição a empresas de fluxo de caixa de longo prazo. No lugar, a Ambev [#ABEV3] retorna ao portfólio, trazendo um perfil mais defensivo, apoiado em balanço sólido, geração consistente de caixa, dividend yield estimado em 7,5% e um portfólio de marcas que o banco considera difícil de ser replicado pelos concorrentes.
Allos [#ALOS3] volta e Cury [#CURY3] ganha mais espaço; Petrobras [#PETR4] é mantida
A Allos [#ALOS3] retorna à carteira com peso de 5%, destacada pelo modelo de negócios previsível, proteção contra a inflação, dividend yield de 13% e taxa interna de retorno real de 13%. O BTG também elevou a participação da Cury [#CURY3] de 5% para 10%, reforçando a exposição ao segmento de habitação popular. A Petrobras [#PETR4] foi mantida como proteção para uma eventual deterioração do cenário no Oriente Médio, com potencial de dividend yield de cerca de 11% em 2026 mesmo considerando o petróleo a US$ 70. Eneva [#ENEV3], Axia [#CXSE3], Motiva [#MOTV3], Itaú [#ITUB4], Embraer [#EMBR3] e Totvs [#TOTS3] completam a carteira.
Carteira Top Ações Globais - XP
Na atualização do mês, a XP aumentou a participação de Microsoft de 5,0% para 7,5%, aproveitando a recente queda das ações, que tornou o valuation mais atrativo sem alteração dos fundamentos da companhia.
Em contrapartida, reduziu a exposição a Baidu de 5,0% para 2,5%, diante do aumento do risco regulatório para empresas chinesas ligadas à inteligência artificial nos EUA e de uma dinâmica operacional mais desafiadora para a companhia.
Carteira Top Dividendos Globais - XP
Na atualização do mês, a XP aumentou a participação de AbbVie de 2,5% para 5,0% e de Lockheed Martin de 2,5% para 5,0%, refletindo a visão positiva para ambas as companhias. A gestora destaca o potencial de crescimento da AbbVie, apoiado por aquisições estratégicas, e as perspectivas favoráveis para a Lockheed Martin diante do aumento dos gastos globais com defesa.
Por outro lado, a exposição à Newmont foi reduzida de 5,0% para 2,5%, em razão da ausência de gatilhos de curto prazo para uma valorização do ouro. Já Dell foi removida da carteira, com a posição reduzida de 2,5% para 0%, após a forte valorização acumulada das ações e a conclusão do processo de realização de lucros.
Carteira Fundamentalista de FIIs - XP
Na atualização de julho, a XP reduziu a alocação em MCCI11 de 10,0% para 9,0%, LVBI11 de 10,5% para 10,0% e PVBI11 de 8,5% para 8,0%. Em contrapartida, aumentou a exposição a XPLG11 de 8,0% para 9,0% e HGBS11 de 8,0% para 9,0%.
Segundo a casa, os ajustes buscam reduzir a exposição a fundos de tijolo com menor carrego e menos gatilhos de valorização no curto prazo, ao mesmo tempo em que ampliam a participação em fundos com portfólios de maior qualidade, menor volatilidade e maior potencial de valorização.
Carteira Top Dividendos - XP
A XP elevou a participação de AXIA3 de 5,0% para 12,5% por enxergar potencial de entrada de fluxo estrangeiro para o setor elétrico brasileiro. A gestora também aumentou o peso de CXSE3, de 5,0% para 7,5%, citando o bom momento operacional da companhia e o benefício dos juros elevados sobre o resultado financeiro.
Na revisão de julho, AXIA7 e ENGI11 deixaram a carteira. Segundo a XP, a Energisa tem maior sensibilidade ao cenário macroeconômico e às taxas de juros.
Carteira Top Ações - XP
Na atualização do mês, a XP adicionou a Rede D’Or [#RDOR3] ao portfólio. A gestora destaca a liderança da companhia no setor de saúde, projetando expansão gradual de margem com a maturação de ativos e resiliência trazida pela SulAmérica no curto prazo.
Além disso, a exposição à Orizon [#ORVR3] foi elevada de 2,5% para 5,0%. A casa avalia que o mercado ainda não precificou totalmente a criação de valor da transação com a Vital, que consolidou a empresa como a maior plataforma de valorização de resíduos da América Latina.
Por outro lado, a Copel [#CPLE3] foi removida da carteira após forte rali recente. O movimento reflete a realização de lucros, já que a contratação das hidrelétricas Foz do Areia e Segredo foi precificada, deixando a relação risco-retorno mais equilibrada.
Carteira Top Small Caps - XP
A XP aumentou a participação de BMOB3 de 7,5% para 10%, destacando os múltiplos atrativos, o crescimento de dois dígitos no segmento de Payments + SaaS e a forte geração de caixa da companhia.
A gestora também elevou o peso de ECOR3 para 5,0%, citando o valuation descontado após o desempenho abaixo dos pares no ano. Já AURA33 foi retirada da carteira para realização de lucros, após a forte valorização das ações.
Carteira Top Dividendos Plus - XP
Na atualização de julho, a XP aumentou a participação de ITSA4 e PETR4 para 15% cada, refletindo o dividend yield atrativo e a melhora nas expectativas dos analistas, segundo dados da LSEG.
Em contrapartida, reduziu a exposição a PLPL3 e POMO4, diante da queda no dividend yield esperado e da piora nas projeções dos analistas, também com base nos dados da LSEG.
Carteira Multiestratégia – NMS
A Carteira Multiestratégia da NMS foi mantida sem alterações para junho. A estratégia busca superar o CDI no longo prazo por meio de uma alocação diversificada entre renda fixa, renda variável, ativos globais, criptomoedas e investimentos alternativos. Para isso, utiliza ETFs listados na B3, oferecendo eficiência, liquidez e exposição a diferentes classes de ativos em um único portfólio.
NMS Estratégia Global
A carteira é voltada para investidores com perfil moderado a agressivo que buscam diversificação internacional e exposição ao mercado americano por meio de ações, ETFs e ADRs. O objetivo é oferecer um portfólio equilibrado, com rebalanceamentos periódicos para otimizar os retornos no médio e longo prazo.
Na última atualização, a gestão substituiu GOOG por ASML, ampliando a exposição à companhia holandesa do setor de semicondutores.
Carteira Smart Allocation – NMS
A carteira passou por ajustes na última atualização, com a retirada de AZIN11 e o aumento da exposição a PPEI11, PFIN11 e CPTI11. Voltada para investidores que buscam rentabilidade com risco moderado, a estratégia tem como objetivo superar o IMA-B no médio e longo prazo por meio de uma alocação focada em renda fixa e fundos incentivados.
Carteira Smart FIIs – NMS
Na última atualização, a gestão reduziu a exposição a PVBI11 e VGIR11, enquanto aumentou as posições em GARE11 e MCCI11.
A Carteira é voltada para investidores que buscam renda passiva e valorização patrimonial por meio de fundos imobiliários. A estratégia utiliza análise fundamentalista e diversificação entre segmentos e regiões, com o objetivo de superar o IFIX no médio e longo prazo.
Carteira Max SmallCaps – NMS
A Carteira Max SmallCaps passou por novos ajustes, com a entrada de JHSF3 no lugar de VULC3. Além disso, a gestão aumentou a exposição a MDNE3 e POMO4, enquanto reduziu as posições em AURA33, ORVR3 e BRBI11.
Carteira Max Dividendos – NMS
A Carteira Max Dividendos passou por ajustes pontuais, com aumento das posições em PASS3 e TIMS3 e redução da exposição a BBSE3 e AXIA3.
A estratégia é voltada para investidores que buscam rentabilidade aliada à geração de renda passiva por meio de dividendos. O portfólio reúne empresas com histórico de distribuição consistente de proventos e geração previsível de caixa, com o objetivo de superar o Ibovespa no médio e longo prazo.
Carteira Max Ações – NMS
Na última atualização, a carteira trocou CEAB3 e MELI34 por BPAC11, EQTL3 e PETR4. Também reduziu a exposição em SAUD3, AXIA3, AURA33 e INBR32, enquanto aumentou a posição em BBDC4.
A Carteira Max Ações é voltada para investidores que buscam rentabilidade no longo prazo por meio de uma seleção diversificada de ações, baseada na estratégia do Tripé do Valor. O objetivo é superar o Ibovespa no médio e longo prazo, combinando empresas grandes, pagadoras de dividendos e small caps de diferentes setores.
Estratégia Renda Turbinada – NMS
A Estratégia Renda Turbinada da NMS combina ações e fundos imobiliários em uma alocação equilibrada de 50% para cada classe de ativo. O objetivo é unir geração de renda passiva recorrente, potencial de valorização patrimonial e diversificação, por meio de empresas maduras pagadoras de dividendos e FIIs de alta qualidade.
A estratégia busca oferecer pagamentos frequentes de proventos e maior eficiência tributária, com foco em retornos consistentes no médio e longo prazo.
Estratégia Barbell – NMS
A Estratégia Barbell da NMS combina segurança e potencial de crescimento ao dividir a carteira entre empresas maduras e pagadoras de dividendos (80%) e small caps com maior potencial de valorização (20%). Inspirada na teoria de Nassim Taleb, a estratégia busca equilibrar geração de renda, menor volatilidade e exposição a oportunidades de retorno mais elevado no longo prazo.
A seleção é baseada em fundamentos, priorizando empresas sólidas e excluindo companhias em situação de estresse financeiro.



















