Este post está sendo atualizado à medida que novas carteiras forem divulgadas. Última atualização 14h30 - 05/11
Carteira Renda com Imóveis – Itaú BBA
Para novembro, a Carteira Renda com Imóveis do Itaú BBA reduziu as posições em ITRI11 e KNHF11, ambas em 1 p.p., para incluir KNHY11, com peso de 2%. A carteira passa a contar com 13 fundos, distribuídos entre ativos de tijolo (52%), ativos financeiros (33,5%) e multiestratégia (14,5%).
Em outubro, a carteira recuou 2,92%, em linha com o IFIX, que caiu 2,89%. O dividend yield corrente é de 11% ao ano. A estratégia prioriza fundos com boa liquidez, gestão experiente e portfólios de qualidade.
Carteira Dividendos – Inter
Em outubro, a Carteira de Dividendos do Inter recuou 5,11%, enquanto o Ibovespa caiu 9,88% e o IDIV recuou 9,87%, gerando um alfa de 4,76 p.p. sobre o índice de dividendos, o maior desde o lançamento da estratégia. Petrobras, Caixa Seguridade, BB Seguridade e TIM estiveram entre os destaques positivos.
No acumulado de 2026, a carteira sobe 7,38%, contra 2,03% do IDIV e 4,22% do Ibovespa. Desde o lançamento, acumula alta de 19,34%, superando o CDI (17,05%), o Ibovespa (18,85%) e o IDIV (14,51%).
Carteira Mensal Capita – Inter
A Carteira Mensal Capita encerrou outubro com queda de 13,22%, desempenho 3,34 pontos percentuais abaixo do Ibovespa, que recuou 9,88%. O resultado foi impactado pela forte correção dos ativos brasileiros após o segundo turno das eleições e pela abertura da curva de juros.
Para novembro, a estratégia será mais defensiva, priorizando empresas de utilities, exportadoras, instituições financeiras com balanços sólidos e maior exposição internacional por meio de BDRs. O objetivo é ampliar a diversificação, preservar o patrimônio e reduzir a sensibilidade do portfólio aos riscos domésticos.

Carteira TOP 10 Ações – Inter
A carteira Top 10 ações do Inter recuou 15% em outubro, desempenho inferior à queda de 9,90% do Ibovespa. Para novembro, a instituição mantém uma visão seletivamente construtiva, avaliando que as correções recentes podem abrir oportunidades em empresas com fundamentos sólidos, perspectivas de crescimento e preços atrativos.
O portfólio reúne dez ativos, com peso de 10% cada: Itaú (ITUB4), BTG Pactual (BPAC11), RD Saúde (RADL3), Eneva (ENEV3), Lojas Renner (LREN3), Rede D’Or (RDOR3), Equatorial (EQTL3), Rumo (RAIL3), São Martinho (SMTO3) e Natura (NATU3).

Carteira 5+ – BB Investimentos
A Carteira 5+ do BB Investimentos manteve Itaú (ITUB4), Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3) para novembro. As mudanças foram a entrada de Caixa Seguridade (CXSE3) e Vibra Energia (VBBR3), enquanto BTG Pactual (BPAC11) e Tenda (TEND3) deixaram o portfólio.
Desde setembro, a carteira adota uma metodologia fundamentalista, selecionando os cinco ativos mais bem ranqueados da Carteira Fundamentalista BB-BI. No acumulado de 2026, a estratégia registra queda de 3,85%, ante alta de 4,22% do Ibovespa, diferença negativa de 8,07 pontos percentuais.
Carteira BB Dividendos – BB Investimentos
A Carteira BB Dividendos não terá mudanças em novembro, mantendo os dez ativos selecionados para o trimestre: Banco ABC (ABCB4), Ambev (ABEV3), Allos (ALOS3), Axia (AXIA3), B3 (B3SA3), Direcional (DIRR3), Petrobras (PETR4), Marcopolo (POMO4), TIM (TIMS3) e Vibra (VBBR3).
Em outubro, a carteira recuou 12%, desempenho inferior ao IDIV, que caiu 9,9%. A estratégia realiza revisões trimestrais e seleciona empresas com histórico consistente de distribuição de dividendos e potencial de valorização.
Carteira Fundamentalista – BB Investimentos
A Carteira Fundamentalista do BB Investimentos promoveu duas mudanças para novembro, com a entrada de Caixa Seguridade (CXSE3) e WEG (WEGE3), enquanto BTG Pactual (BPAC11) e Tenda (TEND3) deixaram o portfólio.Cada ação possui peso de 10% na carteira.
A instituição mantém uma postura cautelosa diante da volatilidade do mercado, da pressão sobre os juros futuros e das incertezas domésticas e internacionais. A estratégia busca preservar a diversificação e reduzir a correlação entre os ativos, priorizando empresas com fundamentos resilientes, geração de caixa previsível e disciplina financeira.
Carteira BB ESG – BB Investimentos
A Carteira BB ESG manteve todos os dez ativos para novembro, com a próxima revisão prevista para dezembro, após a divulgação dos resultados do 3T26. A estratégia combina critérios de sustentabilidade (ESG) com indicadores fundamentalistas, priorizando empresas com boas práticas ambientais, sociais e de governança, além de ROIC e earnings yield atrativos.
No acumulado de 2026, a carteira registra valorização de 0,9%, enquanto o índice ISE apresenta queda de 10,1%. Em outubro, Suzano foi o destaque positivo, com alta de 13,4%, enquanto Cyrela registrou a maior queda, de 37,1%.
Carteira Small Caps – BTG Pactual
A carteira Small Caps do BTG Pactual promoveu quatro mudanças neste mês, com a entrada de Copasa (CSMG3), Iguatemi (IGTI11), OceanPact (OPCT3) e SLC Agrícola (SLCE3). Deixaram o portfólio Sanepar, Dexco, Tenda e Banco Pine.
Cosan (CSAN3), Smart Fit (SMFT3), Orizon (ORVR3), 3tentos (TTEN3), Bemobi (BMOB3) e Panvel (PNVL3) permaneceram na carteira. O portfólio é composto por dez ativos, com peso de 10% cada, e tem como objetivo capturar oportunidades de valorização no mercado brasileiro de small caps.
Carteira BDR – BTG Pactual
A carteira internacional do BTG Pactual promoveu três mudanças para novembro. Entraram Meta (META), Nubank (NU) e Caterpillar (CAT), enquanto Walmart (WMT), Freeport-McMoRan (FCX) e GE Vernova (GEV) deixaram o portfólio.
As alterações buscam aproveitar oportunidades após correções recentes e valuations mais atrativos. O banco destaca o potencial de crescimento da Meta, a carteira recorde de pedidos da Caterpillar e os fundamentos sólidos do Nubank, incluindo ROE superior a 30% em 2026.
Para 2027, o BTG projeta crescimento de 2,3% para o PIB dos Estados Unidos, sustentado pelo consumo e pelos investimentos corporativos ligados à inteligência artificial.
Carteira de Dividendos – BTG Pactual
A carteira de dividendos do BTG Pactual passou por três alterações neste mês. Entraram Caixa Seguridade (CXSE3), Vivo (VIVT3) e Ultrapar (UGPA3), enquanto B3 (B3SA3), Compass (PASS3) e Cury (CURY3) deixaram o portfólio.
A estratégia prioriza empresas de alta qualidade, com geração consistente de caixa, resiliência nos resultados e potencial de distribuição de proventos. A carteira tem revisão mensal e mantém Itaú (ITUB4) e Petrobras (PETR4) com as maiores participações, de 15% cada.
Carteira FII – BTG Pactual
A carteira recomendada de fundos imobiliários do BTG Pactual passou por mudanças em novembro, com a saída de RBRY11 e a redução da exposição em GZIT11. Na outra ponta, o banco aumentou as posições em KNCR11, MCCI11 e KNHF11.
Os ajustes buscam adequar o risco do portfólio ao cenário macroeconômico mais desafiador. A instituição reduziu a exposição ao crédito estruturado e priorizou fundos de perfil high grade, como KNCR11 e MCCI11, além de ampliar marginalmente KNHF11, que possui carteira diversificada e negocia com desconto acima da média histórica.
A carteira é composta por 15 fundos, com dividend yield anualizado de 11,5%.
Carteira de Ações (10SIM) – BTG Pactual
A carteira 10SIM do BTG Pactual passou por três alterações para outubro. Caixa Seguridade (CXSE3) entrou no lugar de Itaú (ITUB4), Ultrapar (UGPA3) substituiu Cury (CURY3) e TIM (TIMS3) ocupou a posição de Axia (AXIA3).
As mudanças buscam reduzir o risco diante das incertezas fiscais e econômicas, priorizando empresas de qualidade, baixa alavancagem e valuations atrativos. O banco manteve a exposição cambial em 35%, por meio de Petrobras, Gerdau e Embraer, e ampliou o foco em companhias pagadoras de dividendos.
Carteira Top Renda – BTG Pactual
O BTG Pactual promoveu ajustes na Carteira Top Renda para reduzir riscos e aumentar a previsibilidade das distribuições. A casa zerou as posições em AXIA3 e PASS3, incluiu VIVT3 (5%) e CXSE3 (5%) e reduziu ITUB4 em 5%, realocando parte dos recursos em Caixa Seguridade. Também adicionou CDII11 (5%), ampliando a exposição ao crédito de infraestrutura, com remuneração atrelada ao CDI.
As mudanças reduziram em 5% a exposição total a ações, priorizando ativos mais defensivos e com geração de caixa previsível. No último mês, a carteira recuou 7,43%, ante queda de 2,54% do IMA-B 5+, e apresentou dividend yield mensal de 0,6%.
Carteira FIIs – Benndorf
A Benndorf optou por manter a composição da Carteira FIIs – Valorização em novembro, sem mudanças nos fundos selecionados. Será realizado apenas o rebalanceamento das posições para ajustar as exposições aos pesos previamente definidos, preservando a estratégia de alocação.
A carteira segue uma estratégia long only, combinando análise de fluxo e insights macrofundamentalistas para buscar superar a variação do IFIX. A revisão e o balanceamento são realizados mensalmente.
Carteira Small Caps – Benndorf
A Carteira Benndorf Small Caps Valorização, de perfil arrojado e baseada em análise fundamentalista, busca superar o índice SMLL no longo prazo. Na atualização, a carteira traz CSMG3, AXIA3, EQTL3 e TIMS3 entre as recomendações de compra, enquanto PFRM3 aparece entre as vendas.
Também foram indicados OPCT3 para redução e MDNE3, VTRU3, SEER3 e DIRR3 para aumento de posição. Os ajustes consideram a realização de lucros, o valuation dos ativos e o cenário técnico.
Carteira Top ações – XP
A XP adicionou JBSS32 (7,5%), WEGE3 (5%) e CXSE3 (5%) à Carteira Top Ações e elevou a participação de RDOR3 de 5% para 7,5%. A estratégia busca aproveitar perspectivas de melhora nas margens da carne bovina nos EUA, exposição a vetores globais e ativos mais defensivos diante dos juros elevados.
Por outro lado, a casa reduziu IGTI11 de 10% para 5% e zerou as posições em BPAC11 (10%) e ROXO34 (5%), buscando diminuir a exposição ao ciclo doméstico. Em outubro, a carteira recuou 7%, desempenho superior à queda de 9,9% do Ibovespa.
Carteira Top Dividendos - XP
A XP elevou a participação de CXSE3 de 5% para 10% e reduziu B3SA3 de 12,5% para 7,5% na Carteira Top Dividendos. O aumento em Caixa Seguridade reflete a forte atividade comercial, a sinistralidade controlada e o resultado financeiro favorecido pelos juros elevados. Já a redução em B3 busca diminuir a exposição ao mercado de capitais diante das incertezas e da perspectiva de juros altos por mais tempo.
Em outubro, a carteira recuou 8,8%, desempenho superior à queda de 9,9% do Ibovespa. Desde o início, acumula valorização de 314,8%, ante 130,8% do índice.
Carteira Top Small Caps - XP
A XP adicionou SMTO3 (5%) e VTRU3 (10%) à Carteira Top Small Caps, com VTRU3 substituindo COGN3. A casa também incluiu SMTO3 (5%), apoiada pelas perspectivas para açúcar e etanol, e aumentou a participação de ALUP11 de 10% para 15%, reforçando a exposição a um ativo de perfil defensivo.
Por outro lado, a XP retirou VIVA3 (5%) e LWSA3 (5%), buscando reduzir a exposição a empresas cíclicas e diante da perspectiva mais fraca de receita da LWSA. Em outubro, a carteira recuou 19%, ante queda de 9,9% do Ibovespa. Desde o início, em maio de 2021, acumula alta de 43,5%, contra 41,2% do índice.
Carteira Top Ações Globais - XP
A XP elevou a participação de GOOG de 5% para 10% e de MU de 2,5% para 5% na Carteira Top Ações Globais. Em contrapartida, retirou AAPL e BIDU, zerando as posições nos dois ativos.
A estratégia mantém exposição acima do índice em América do Norte e Grande China, além dos setores de Comunicações, Saúde e Tecnologia. Em outubro, a carteira recuou 0,5%, desempenho 1,26 ponto percentual superior ao do iShares MSCI ACWI ETF, que caiu 1,7%.
Carteira Top Dividendos Globais - XP
A XP adicionou BKNG (5%) e elevou a participação de EXC de 5% para 7,5% na Carteira Top Dividendos Globais. Em contrapartida, retirou NKE e reduziu a posição em LMT de 5% para 2,5%.
A carteira mantém exposição a mercados da Europa (22,5%) e Ásia-Pacífico (5%), além de posições acima do benchmark nos setores de Saúde e Materiais. Em outubro, avançou 5%, mas ficou 1,9 ponto percentual abaixo do iShares Select Dividend ETF, que subiu 6,9%.
Carteira Fundamentalista de FIIs - XP
A XP promoveu ajustes na Carteira Fundamentalista de Fundos Imobiliários para novembro. A casa reduziu as posições em HGBS11, LVBI11, PVBI11, HSML11, RBRX11 e KNCR11, enquanto incluiu MXRF11 (+4,50 p.p.) e ampliou a exposição a MCCI11 (+1,25 p.p.).
As mudanças buscam reduzir a exposição a fundos de tijolo com menor potencial de valorização e a um fundo de recebíveis considerado bem precificado, priorizando ativos com portfólios de qualidade, perfil defensivo e carrego mais atrativo.
Em outubro, a carteira recuou 3,2%, ante queda de 2,9% do IFIX, e apresentou dividend yield mensal de 1,05%, equivalente a 12,6% ao ano.





















