Este post está sendo atualizado à medida que novas carteiras forem divulgadas. Última atualização 15h20 - 02/10
Carteira Small Caps – BTG Pactual
A Carteira Recomendada de Ações Small Caps do BTG Pactual adicionou Banco Pine e Dexco como novidades do mês. A carteira é composta por 10 ativos selecionados pela equipe de análise e estratégia do banco, com foco em oportunidades no mercado de small caps brasileiro.
Cosan, Smartfit, Sanepar, Orizon, 3tentos, Tenda, Bemobi e Panvel mantiveram suas posições, enquanto OceanPact e Inter deixaram a carteira.
Carteira BDR – BTG Pactual
Para outubro, o BTG substituiu Micron por SK Hynix, Bank of America por J.P. Morgan e Newmont por UnitedHealth. A casa também reduziu a posição em Eli Lilly e aumentou as posições em Nvidia, Amazon e Microsoft, além de uma adição marginal em Exxon Mobil.
A carteira mantém exposição ao ciclo de memória, ao setor financeiro e à saúde, enquanto reforça a convicção na cadeia de infraestrutura de inteligência artificial. O BTG destaca ainda um cenário de atividade mais forte nos EUA e revisão altista das projeções de juros.
Carteira de Dividendos – BTG Pactual
Para este mês, o BTG retirou Bradesco (BBDC4), Sanepar (SAPR11), Engie (EGIE3) e TIM (TIMS3) da carteira, além de reduzir a posição em Cury (CURY3).
Com isso, a casa abriu espaço para a inclusão de B3 (B3SA3) e aumentou as posições em Itaú Unibanco (ITUB4), Petrobras (PETR4), Compass (PASS3) e Sabesp (SBSP3).
Carteira FII – BTG Pactual
Para outubro, o BTG retirou HGBS11 da carteira e reduziu as posições em RBRY11 e BRCO11. Na outra ponta, a casa incluiu o Kinea Hedge Fund (KNHF11) e aumentou as alocações em VILG11 e VISC11.
A saída de HGBS11 reflete um ajuste na exposição ao segmento de shopping centers, com preferência por VISC11. Já a entrada de KNHF11 marca o início da exposição a hedge funds na carteira, enquanto a redução em RBRY11 está relacionada a uma postura mais rigorosa em relação ao crédito estruturado.
Carteira de Ações (10SIM) – BTG Pactual
A carteira 10SIM do BTG Pactual não teve alterações para outubro e mantém uma estratégia equilibrada entre setores. O portfólio tem 50% em Serviços Básicos/Infraestrutura/fluxo de caixa long duration, 10% em financeiro, 20% em posições de câmbio, 15% em petróleo/câmbio/dividendos e 5% em dividendos/construtoras de baixa renda.
Entre os ativos, estão Axia, Eneva, Sabesp, Motiva, Rede D’Or, Itaú, Embraer, Gerdau, Petrobras e Cury.
Carteira BDR – Itaú BBA
Para outubro, a Carteira BDR retirou Visa e incluiu AMD, mantendo Exxon Mobil, Coca-Cola, Johnson & Johnson e Micron. A carteira é composta por cinco ativos, com peso de 20% em cada.
Em 2026, a Carteira BDR acumula alta de 12,36%, contra 9,56% do BDRX. Desde a criação, em maio de 2021, o ganho é de 114,77%, enquanto o BDRX avança 119,45%.
Carteira 5+ – BB Investimentos
Para outubro, a Carteira 5+ do BB-BI manteve Itaú PN (ITUB4), Petrobras PN (PETR4) e Tenda ON (TEND3), enquanto incluiu Vale ON (VALE3) e Banco BTG Pactual Unit (BPAC11). Direcional ON (DIRR3) e Gerdau PN (GGBR4) deixaram a carteira.
Cada ativo possui peso de 20%. No acumulado do ano, a carteira registra valorização de 9,79%, contra 15,65% do Ibovespa.
Carteira BB Dividendos – BB Investimentos
A Carteira BB Dividendos não teve alterações em outubro e mantém Banco ABC (ABCB4), Ambev (ABEV3), Allos (ALOS3), Axia (AXIA3), B3 (B3SA3), Direcional (DIRR3), Petrobras (PETR4), Marcopolo (POMO4), TIM (TIMS3) e Vibra (VBBR3).
Em setembro, a carteira avançou 4,87%, acima do IDIV, que subiu 4,45%. A estratégia segue sem rotação até o final de novembro, conforme a metodologia de atualizações trimestrais.
Carteira Top ações – XP
A XP aumentou BPAC11 de 5% para 10%, IGTI11 de 7,5% para 10% e SBSP3 de 7,5% para 10%. As mudanças refletem a expectativa de retomada do mercado de capitais com juros mais baixos, a sensibilidade de IGTI11 à queda dos juros longos e a perspectiva de retomada dos fluxos para Sabesp.
Por outro lado, RDOR3 foi reduzida de 10% para 5% após a alta recente, enquanto GGBR4 caiu de 10% para 5% para aumentar o beta doméstico da carteira. Em setembro, a carteira teve alta de 3,7%, ante avanço de 5,0% do Ibovespa.
Carteira Top Dividendos - XP
A XP aumentou PETR4 de 12,5% para 15% e B3SA3 de 10% para 12,5%, ampliando a exposição a Óleo & Gás e destacando o potencial de volumes maiores com juros mais baixos e a volatilidade eleitoral. Em contrapartida, reduziu VALE3 de 12,5% para 7,5%, diante de uma relação entre risco e retorno mais equilibrada, minério mais fraco e pressão de custos e investimentos sobre o caixa no curto prazo.
Em setembro, a carteira teve alta de 5,1%, ante 5,0% do Ibovespa. Desde o início, acumula alta de 354,9%, contra 156,1% do índice.
Carteira Top Small Caps - XP
A XP adicionou COGN3 com peso de 10%, destacando a resiliência dos lucros, a melhora na execução e a forte geração de caixa. A casa também aumentou TUPY3 de 5% para 7,5% e ECOR3 de 5% para 10%.
Por outro lado, CEAB3 e TTEN3 foram retiradas da carteira, enquanto ORVR3 caiu de 15% para 10% e ALUP11 de 12,5% para 10%. Em setembro, a carteira teve alta de 3,0%, ante 5,0% do Ibovespa. Desde maio de 2021, acumula alta de 74,6%, contra 56,7% do índice.
Carteira Top Dividendos Plus - XP
A Carteira Top Dividendos Plus XP não teve alterações para o mês de outubro. A estratégia reúne 10 ações com perspectiva de distribuição contínua de dividendos, buscando menor volatilidade e a geração de fluxo de caixa recorrente por meio dos lucros das companhias.
Desde a primeira publicação, em 31/03/22, a carteira acumula retorno de 169,5%, enquanto o Ibovespa avançou 55,3%.
Carteira Top Ações Globais - XP
A Carteira Top Ações Globais XP teve queda de 1,0% em setembro, desempenho 24 bps superior ao iShares MSCI ACWI ETF, que recuou 1,2%. A estratégia mantém overweight em América do Norte e Grande China e underweight em Ásia-Pacífico, além de maior exposição a Tecnologia, Comunicações e Saúde.
Não houve alterações na composição da carteira no mês. A estratégia busca superar o desempenho do iShares MSCI ACWI ETF no longo prazo, com composição e pesos atualizados mensalmente.
Carteira Top Dividendos Globais - XP
A Carteira Top Dividendos Globais XP teve queda de 5,6% em setembro, 2 bps acima do iShares Select Dividend ETF (DVY), que também recuou 5,6%. A estratégia mantém exposição a Europa de 22,5% e Ásia-Pacífico de 5%, enquanto o benchmark possui exposição de 100% aos EUA.
No mês, a XP aumentou NEM de 2,5% para 5% e reduziu USB de 5% para 2,5%. A carteira mantém overweight em Saúde e Materiais e underweight em Bens de Consumo e Comunicações.
Carteira Fundamentalista de FIIs - XP
A Carteira Fundamentalista de Fundos Imobiliários XP caiu 0,41% em setembro, ante -0,20% do IFIX, e entregou dividend yield mensal de 1,02%, equivalente a 12,2% anualizado. Nos últimos 12 meses, a carteira acumula alta de 5,3%, correspondente a 115% do desempenho do IFIX.
Para outubro, a XP encerrou KNRI11 (-1,50 p.p.) e reduziu LVBI11 (-0,75 p.p.) e KNCR11 (-0,25 p.p.). Em contrapartida, aumentou XPLG11 (+1,00 p.p.), RBRR11 (+1,00 p.p.) e RBRX11 (+0,50 p.p.), buscando reduzir a exposição a fundos de tijolo com menor carrego e menos gatilhos de valorização no curto prazo e ampliar a participação em ativos de maior qualidade, menor volatilidade e carregos mais atrativos.
















