Este post está sendo atualizado à medida que novas carteiras forem divulgadas. Última atualização 16h45 - 03/09
Carteira Mensal Capita – Inter
Na atualização de setembro, o Inter manteve Sabesp [#SBSP3], Direcional [#DIRR3], B3 [#B3SA3], Itaúsa [#ITSA4], BrasilAgro [#AGRO3] e Minerva [#BEEF3] na Carteira Mensal Capita, com recomendação de aumento de exposição em diferentes nomes. A casa também destaca a perspectiva de continuidade do ciclo de queda da Selic, que pode favorecer setores como construção civil, varejo e consumo doméstico.
Entre as movimentações, Localiza [#RENT3], Axia Energia [#AXIA3] e Microsoft [#MSFT34] entram na carteira, enquanto o ETF MILL11 é mantido com novo aporte inicial. A Localiza foi incluída após uma correção próxima de 40%, com suporte técnico relevante e sinais de reação; a Axia chega após defesa de uma retração de 38,2% e formação de uma possível bandeira de alta; e a Microsoft retorna ao portfólio após forte valorização a partir de uma região de suporte. Já a B3 permanece, mas sem novo aporte imediato, diante da alta recente.
Carteira Renda com Imóveis – Itaú BBA
A Carteira do Itaú BBA teve queda de 0,81% em agosto, ante -1,46% do IFIX. Para setembro, a estratégia mantém preferência por fundos de ativos financeiros, favorecidos pela expectativa de Selic ainda elevada e pela inflação projetada em 5,1% para 2026.
A carteira passa a ter 52% de exposição a fundos de tijolo, 32% a ativos financeiros e 17% a fundos multiestratégia. Houve aumento de 0,5 p.p. em BTLG11, BRCO11 e KNRI11, com redução de 1,5 p.p. em HGRU11. O dividend yield corrente da carteira é de 10,62% ao ano.
O Itaú BBA avalia que os níveis atuais de preços ainda oferecem oportunidades seletivas no médio e longo prazo, apesar da volatilidade no curto prazo causada por fatores macroeconômicos, geopolíticos e fiscais.
Carteira Dividendos – Benndorf
A Carteira Benndorf Dividendos vendeu RECV3 e CXSE3, ambas com redução de 5%, e adicionou KLBN11 com peso de 5%. A troca de RECV3 busca melhorar a diversificação e manter uma postura de hedge, enquanto CXSE3 perdeu espaço após uma forte reversão de tendência.
Para a nova posição, a Benndorf destaca a qualidade da Klabin, sua boa geração de caixa, capacidade de distribuir dividendos atrativos e a margem de segurança considerada interessante aos preços atuais. Além disso, a exposição relevante da companhia ao dólar contribui para a estratégia de diversificação da carteira.
Carteira Top ações – XP
A XP adicionou AXIA3 (7,5%) e CURY3 (5%) à Carteira Top Ações, além de aumentar RDOR3 de 7,5% para 10%. Em contrapartida, reduziu ITUB4 de 10% para 7,5% e ROXO34 de 7,5% para 5%, diante de um cenário macroeconômico e de crédito mais desafiador.
A carteira também retirou ORVR3 e zerou a posição em LREN3, diante de riscos de curto prazo. Em agosto, a carteira teve retorno de -0,4%, ante -0,3% do Ibovespa.
Carteira Top Dividendos - XP
A XP aumentou o peso de PETR4 de 10% para 12,5%, elevando a exposição a Óleo & Gás, e de ALOS3 de 7,5% para 10%, apoiada pelo múltiplo atrativo e pela maior visibilidade de retorno ao acionista. A Petrobras segue entre as principais preferências da casa, enquanto a Allos oferece dividend yield estimado de 13,1% em 2026 e negocia a 7,2x EV/EBITDA em 2027.
Por outro lado, a XP reduziu ITUB4 de 15% para 10%, diante de um cenário macroeconômico e de crédito mais desafiador, apesar de manter visão positiva sobre o banco. Em agosto, a carteira teve retorno de -0,9%, ante -0,3% do Ibovespa. Desde o início, acumula alta de 332,8%, contra 143,8% do índice.
Carteira ESG – XP
A XP está substituindo LREN3 por RADL3 na Carteira ESG para setembro. A Lojas Renner sai diante do ambiente macroeconômico desafiador e da maior concorrência no segmento de vestuário, enquanto a Raia Drogasil entra por seu perfil mais defensivo, combinando resiliência da demanda por farmácias, sinais positivos dos lançamentos de GLP-1 e forte posicionamento na agenda ESG.
Em agosto, a Carteira ESG XP caiu 4,3%, ante -0,3% do Ibovespa e -1,7% do ISE, pressionada principalmente por LREN3 (-19,9%) e Sabesp (-8,7%). No exterior, o ACWI avançou 2,9%, impulsionado pelos resultados do 2T26 nos EUA e pelo desempenho do setor de inteligência artificial.
Carteira Top Small Caps - XP
A XP adicionou DIRR3 com peso de 5%, apoiada pelo valuation atrativo e pela exposição à melhora das perspectivas do Minha Casa, Minha Vida. A companhia negocia a 4,8x P/L em 2027E, mantendo execução sólida e elevada rentabilidade. A casa também aumentou SLCE3 de 5% para 7,5%, refletindo uma visão mais construtiva para as commodities agrícolas, especialmente algodão, soja e milho.
Por outro lado, a XP reduziu CEAB3 de 10% para 5%, diante de um cenário macroeconômico desafiador e de um 3T pressionado no setor de vestuário, e CURY3 de 12,5% para 10%, apenas para abrir espaço para DIRR3. Em agosto, a carteira teve alta de 1,2%, ante queda de 0,3% do Ibovespa. Desde o início, em maio de 2021, acumula alta de 69,5%, contra 49,2% do índice.
Carteira Top Dividendos Plus - XP
A Carteira Top Dividendos Plus, voltada a investidores que buscam ações com perspectiva de distribuição contínua de dividendos, adicionou IGTI11 e RENT3 devido ao dividend yield atrativo e à melhora nas expectativas dos analistas, segundo dados da LSEG. Em contrapartida, VALE3 e ITUB4 saíram da carteira diante da redução do dividend yield esperado, da piora nas expectativas dos analistas e para equilíbrio da estratégia.
Desde a primeira publicação, em 31/03/22, a carteira acumula retorno de 160,3%, contra 47,8% do Ibovespa.
Carteira Top Ações Globais - XP
A XP adicionou ABBV com peso de 5% e aumentou TSM, GOOG e UBER de 2,5% para 5% cada. Em contrapartida, retirou ETN e PG e reduziu C e AZN de 10% para 7,5%. Em agosto, a carteira teve alta de 1,6%, 108 bps abaixo do ACWI, que avançou 2,7%.
A estratégia mantém overweight em América do Norte e Grande China e em Tecnologia, Comunicações e Saúde, enquanto permanece underweight em Ásia-Pacífico, Bens de Consumo, Industriais e Materiais Básicos. O objetivo é superar o iShares MSCI ACWI ETF no longo prazo.
Carteira Top Dividendos Globais - XP
A Carteira Top Dividendos Globais XP teve alta de 1,7% em agosto, 95 bps acima do iShares Select Dividend ETF (DVY), que avançou 0,8%. A estratégia mantém exposição a Europa de 22,5% e Ásia-Pacífico de 5%, enquanto o benchmark possui exposição de 100% aos EUA.
A carteira segue overweight em Saúde e Financeiro e underweight em Bens de Consumo e Comunicações. Não houve alterações na composição em setembro. O objetivo é superar o iShares Select Dividend ETF no longo prazo, selecionando ações globais que ofereçam perspectivas de distribuição contínua de dividendos.
Carteira Fundamentalista de FIIs - XP
A Carteira Fundamentalista de Fundos Imobiliários XP caiu 0,79% em agosto, ante -1,46% do IFIX, e entregou dividend yield mensal de 1,03%, equivalente a 12,4% anualizado. Nos últimos 12 meses, a carteira acumula alta de 9,3%, correspondente a 112% do desempenho do IFIX.
Para setembro, a XP reduziu a alocação em CPTS11 (-1,0 p.p.), PVBI11 (-0,75 p.p.) e LVBI11 (-0,75 p.p.), enquanto ampliou XPLG11 (+1,25 p.p.), HGBS11 (+1,0 p.p.) e XPCI11 (+0,25 p.p.). As mudanças buscam reduzir a exposição a fundos de tijolo com menor carrego e menos gatilhos de valorização no curto prazo, além de aumentar a participação em ativos de maior qualidade, menor volatilidade e maior potencial de retorno.












