Ouro voando, bolsa americana voando. Por que a bolsa daqui não foi junto?
Quase tudo no mundo subiu na semana, até os vizinhos.
ONTEM (sexta a domingo, 7 a 9 de agosto)
Payroll de julho nos EUA destruiu 23 mil vagas, ante consenso de +80 mil, com revisão de -103 mil em maio e junho; desemprego caiu a 4,1% com menos gente procurando trabalho. O S&P 500 fechou a semana na máxima histórica, +3,5%.
Ibovespa caiu 1,7% na sexta, aos 172,5 mil pontos, e 3,1% na semana; o dólar fechou a R$ 5,08 e a curva de juros fechou na semana, com o DI jan/36 cedendo 25 bps.
No fim de semana, o Irã condicionou a reabertura de Ormuz a uma lista de exigências, atacou mais um navio dos Emirados e os houthis atingiram a refinaria de Jazan, da Aramco.
HOJE / MADRUGADA (10 de agosto)
Ásia fechou em alta (Nikkei +2,1%), futuros em NY sobem levemente e o Brent volta a US$ 84, +1% no dia.
Nexus: Lula 47% x Flávio 44% no 2º turno, vantagem de 1 pra 3 pontos, ainda dentro da margem de 2 pontos.
Na China, a inflação ao consumidor desacelerou ao menor ritmo em seis meses, reacendendo o debate de deflação por lá.
Na sexta escrevi que um payroll fraco era o cenário que o Brasil precisava. O dado veio ainda mais fraco do que qualquer projeção, a aposta de alta de juros nos EUA murchou, e o dinheiro liberado foi pra outro lugar: o índice de semicondutores subiu 5,5% na semana, a Nvidia sozinha somou US$ 562 bilhões de valor de mercado, a Ásia renovou as apostas em IA, com Taiwan subindo 5,4% e o Japão indo junto, e o ouro teve a maior alta semanal desde janeiro, +7,3%. Nessa rotação, a bolsa brasileira não tem cadeira em nenhuma das duas festas: sem fabricante de chip no índice, sem mineradora de ouro relevante, e ainda carregando o peso do petróleo justamente na semana em que o alívio em Ormuz derrubou o Brent 5,8%. O resultado foi um Ibovespa caindo 3,2% em dólar enquanto quase tudo no mundo subia, vizinhos incluídos: Chile +3,1%, Peru +4,6%, México +0,4%, e o índice da América Latina só fechou negativo porque o Brasil é metade dele. Nem o câmbio salva a narrativa de azar coletivo: o real ficou parado na semana enquanto peso mexicano, peso chileno e rand se fortaleceram. Quando as moedas de commodity sobem e a nossa fica de fora, a história é local.
E a história local tem três camadas, nenhuma dramática sozinha. Não foi debandada: o estrangeiro tirou modestos R$ 834 milhões da B3 na semana, e os vizinhos que subiram são mercados rasos, então o dinheiro grande não escolheu outro endereço, ele só não veio pra cá. O que faltou foi motivo. Com 39% da cobertura da XP já reportada, só 16% das empresas superaram as estimativas de EBITDA: a temporada não decepciona em bloco, mas não surpreende ninguém pra cima, enquanto o S&P caminha pro sétimo trimestre seguido de lucro crescendo dois dígitos. O custo do calote sobe em bolsões nos bancos (agro, baixa renda e pequenas empresas, com o Santander sofrendo, por exemplo). E a eleição segue indefinida no pano de fundo. A conta fecha numa bolsa a 8,5x lucro, bem abaixo da média histórica de 10,5x, mas barato sem gatilho não fecha desconto sozinho. A semana pode mexer nas duas pontas: amanhã saem IPCA de julho, que pode até ser negativo, e a ata do Copom, com a curva dando 70% pra novo corte em setembro; na quarta, o CPI americano pode definir caminho de juros da próxima reunião do Fed. Enquanto o convite não chega, a gente fica na porta olhando a festa dos outros.
Segue a versão resumida disso tudo que falei:
Ouro voando, bolsa americana voando. Por que a bolsa daqui não foi junto?
📅 10 de agosto. Bom dia. Erik Pajunk da Nomos aqui.
🇺🇸 Payroll destruiu 23 mil vagas, ante 80 mil esperadas, e derrubou a aposta de alta de juros. S&P na máxima histórica.
📈 IA, com o índice de chips subiu 5,5% semana passada, e ouro, +7,3%, maior alta semanal desde janeiro.
🇧🇷 Juros e câmbio pegaram carona: DI fechando e dólar a R$ 5,08. A bolsa caiu 3,2% em dólar na semana, na contramão. A conta é simples: sem IA nem ouro no índice, balanço sem surpreender e eleição indefinida no fundo. E o alívio em Ormuz derrubou 5,8% o Brent, nosso peso maior.
🛢️ O Irã listou o preço de Ormuz: fim da guerra, saída das tropas e indenização. Trump prefere esperar a economia deles doer. Brent a US$ 84.
🇧🇷 Amanhã, IPCA, que pode ser negativo, e ata do Copom, com a curva dando 70% pra novo corte. Quarta, o dado da semana: CPI nos EUA, que define o Fed.
RESUMO POR TÓPICO (com as fontes)
Geopolítica e Ormuz
Irã lista condições para reabrir o Estreito: fim permanente da guerra, retirada das forças americanas, fim do bloqueio naval e de todas as sanções, liberação de ativos congelados, indenização de guerra e fim de ações contra milícias aliadas; declaração de Mohammad Bagher Zolghadr, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional (WSJ, NYT, Bloomberg, News XPress).
Irã descarta negociação direta com os EUA por ora, alegando violações do acordo interino de junho; o chanceler Araghchi diz que o acordo com Omã está em estágio final, mas ressalta que ele sozinho não reabre a via (Bloomberg, BTG Morning Call, News XPress).
Trump diz à Axios que está apenas semi-negociando e prefere esperar a dor econômica iraniana em vez de novos ataques (Bloomberg, WSJ).
Emirados acusam a Guarda Revolucionária de atingir um navio no sábado; a Adnoc contabiliza 3 navios atingidos na semana e 15 desde o início da guerra (WSJ).
Centcom informa ter desviado 55 embarcações comerciais de portos iranianos para fazer valer o bloqueio; a crise já dura mais de cinco meses e afeta rota de cerca de 1/4 do petróleo e 1/5 do GNL marítimos globais (BTG Morning Call).
Houthis atacam a refinaria de Jazan, da Saudi Aramco; incêndio extinto sem feridos, segunda ocorrência em um mês (Bloomberg, BTG Morning Call).
Irã promove ex-comandante linha-dura ao topo do conselho de segurança nacional (Bloomberg).
Pentágono pede às empresas de defesa aceleração na produção de armas por temor de escassez agravada pela guerra; o NYT nota que a guerra consumiu estoques americanos e que Rússia e China observam (Bloomberg, NYT, WSJ).
Israel rejeita o plano de 15 pontos apoiado por Washington para desarmar o Hamas (NYT, Bloomberg).
EUA: payroll, juros e Fed
Payroll de julho: -23 mil vagas, ante consenso de +80 mil, com revisão de -103 mil em maio e junho; desemprego a 4,1% com queda de participação; setor público -53 mil e privado +30 mil (XP Macro Strategy, BTG Morning Call, Bloomberg).
Dado lido como claramente dovish, reduzindo a chance de alta de juros em setembro (BTG Morning Call, Bloomberg, FT).
CPI de julho sai quarta: consenso de +0,1% no mês e 3,4% no ano, ante 3,5% em junho; núcleo em 2,5% a/a seria o menor desde fevereiro (Bloomberg, WSJ).
Debate sobre sazonalidade: JPMorgan vê repetição do padrão fraco dos dois últimos verões e números melhores adiante; Santander US diz que o Fed entrou em pânico nos dois setembros anteriores e desta vez deve olhar através do dado (Bloomberg Economics Daily).
Barkin, do Fed de Richmond, descreve mercado de trabalho em equilíbrio fraco, com crescimento perto de zero da força de trabalho (WSJ).
Bessent sinaliza a traders que quer evitar disparada dos juros longos, após a taxa longa tocar máxima de 19 anos (Bloomberg, WSJ).
Hammack, do Fed de Cleveland e uma das três dissidentes por alta em julho, fala na quinta (WSJ).
Mercados globais e temporada
S&P 500 fechou a semana na máxima histórica, acima de 7.700 pontos pela primeira vez: +3,5% na semana, com Nasdaq +5,1% e Dow +3,0% em dólares (XP Estratégia de Ações, Bloomberg).
Ibovespa foi o destaque negativo do painel global da XP na semana, -3,2% em dólares, com Hong Kong (-0,9%) como o outro índice no vermelho da lista (XP Estratégia de Ações).
Temporada americana caminha pro sétimo trimestre consecutivo de crescimento de lucro de dois dígitos; a capa do WSJ de hoje credita aos balanços o rali recorde e o alívio do medo de dependência de meia dúzia de ações de IA (WSJ).
JPMorgan eleva o alvo do S&P 500 pela segunda vez em dois meses, citando lucros fortes e o retorno do gasto em IA (Bloomberg Markets Daily).
Palantir disparou 39,8% na semana após receita +93% a/a; SpaceX subiu 22,8% apesar do capex trimestral de US$ 18,4 bilhões (XP Estratégia de Ações).
Berkshire recomprou US$ 4,5 bilhões em ações no 2T, maior volume desde 2021, e aplicou quase US$ 20 bilhões em outras ações sob Greg Abel; posições do trimestre saem sexta (Bloomberg, WSJ).
Europa: Stoxx 600 subiu todos os dias da semana passada, maior sequência desde junho, com lucros crescendo 17%, melhor em quatro anos (Bloomberg).
Iene é a pior moeda do G-10 com o efeito da intervenção conjunta EUA-Japão se esvaindo; o dólar subiu 1,05% contra a moeda na semana (Bloomberg, painel TradingView).
Trade de IA, ouro e crédito
Índice de semicondutores PHLX subiu 5,5% na semana e acumula +18% desde a mínima de 29 de julho, mas ainda precisa de +18,4% para reencostar no pico de 22 de julho; a Nvidia subiu quase 12% na semana, somando recorde de US$ 562 bilhões de valor (WSJ).
Ouro subiu 7,3% na semana, maior alta semanal desde o fim de janeiro, com ETFs comprando 24 toneladas desde 20 de julho, ritmo mais rápido desde abril, e o índice de mineradoras dos EUA na melhor semana em uma década; o metal ainda está longe do pico acima de US$ 5.400 de janeiro (Bloomberg Markets Daily).
Authers mostra spreads de crédito dos principais nomes de IA abrindo: seis grupos de tecnologia já respondem por 8,4% do risco de spread do mercado de grau de investimento americano, mais que os seis maiores bancos (7,3%), segundo o Barclays; capex dos cinco hyperscalers deve passar de US$ 1 trilhão no ano que vem (Bloomberg/Points of Return).
Fluxo de caixa livre dos hyperscalers em queda: Alphabet negativo pela primeira vez desde a abertura de capital e Meta com tombo de 91% a/a (Bloomberg/Points of Return).
TSMC reporta vendas mensais +45%, sinal de demanda sustentada por hardware de IA (Bloomberg Markets Daily).
China aperta margem, aluguel de ações e derivativos nas corretoras após o frenesi de ações de IA; o saldo de margem caiu a 2,6 trilhões de yuans, de mais de 3 trilhões em junho (Bloomberg).
China e Ásia
Inflação ao consumidor na China desacelera ao menor ritmo em seis meses em julho e a inflação ao produtor cede pela primeira vez desde o início da guerra, ambas abaixo do esperado, reacendendo o risco de deflação; obs.: as fontes divergem nos números exatos de headline e núcleo, então deixo os percentuais fora até bater as séries (Bloomberg, FT, News XPress).
Coreia: liquidações forçadas somaram cerca de 1 trilhão de wones em junho e 993 bilhões em julho, e o Morgan Stanley vê a desalavancagem mais da metade concluída; o Kospi negocia a 5,1x lucro projetado, mínima histórica, com estrangeiro ainda vendendo (Bloomberg).
Tufão Dolphin atinge a costa da China com mais de 1.680 voos cancelados e centenas de milhares de evacuados (Bloomberg).
Brasil: mercado, temporada e bancos
Ibovespa fechou a sexta em queda de 1,73%, na casa dos 172,5 mil pontos, e caiu 3,1% em reais na semana; dólar recuou 0,46% na sexta, a R$ 5,0835, e a curva fechou na semana, com o DI jan/36 cedendo 25 bps, a 14,41% (BTG Morning Call, XP Estratégia de Ações).
A queda do petróleo na semana (Brent -5,8%) pesou no setor mais pesado do índice, com Óleo, Gás e Petroquímicos recuando 3,1% e Petrobras caindo 6,5%; balanços fracos completaram o quadro, com Marcopolo -15,1% e Magazine Luiza -12,7%, e Fleury +10,8% na outra ponta (XP Estratégia de Ações).
Fluxo na B3: estrangeiro tirou R$ 834 milhões na semana até 5 de agosto e o institucional, R$ 1,9 bilhão; no ano, estrangeiro acumula entrada de R$ 35,6 bilhões e o institucional, saída de R$ 41,9 bilhões (XP Estratégia de Ações, com dados da B3).
Temporada do 2T26: com 55 companhias reportadas (39% da cobertura da XP), 25% superaram receita, 16% superaram EBITDA e 38% superaram lucro; números relativamente em linha, com exceções relevantes (XP Estratégia de Ações).
Curva precifica cerca de 70% de chance de novo corte de 0,25 ponto em setembro, após comunicado do Copom lido como mais conservador, com balanço de riscos de assimetria altista pra inflação (XP Estratégia de Ações).
Valuation: Ibovespa negocia perto de 8,5x lucro projetado, abaixo da média histórica de 10,5x, com as estimativas de lucro do consenso de lado desde junho (XP Estratégia de Ações).
Custo do calote subindo em bolsões nos bancos: Santander lucrou R$ 3 bilhões no 2T, tombo de 17,6%, com provisões de R$ 7,65 bilhões (+11,5% a/a) e a maior queda da ação em um pregão desde 2022; a pressão se concentra em pessoas físicas de menor renda, agro e pequenas empresas, e parte do número é efeito contábil da mudança de write-off (Seu Dinheiro, Genial, Monitor Mercantil).
Bradesco lucrou R$ 7,05 bilhões, mas as provisões subiram 22,6%, a R$ 10 bilhões, e a inadimplência acima de 90 dias foi de 4,1% pra 4,3%, com o banco apontando pressão no rural; o Itaú é o contraexemplo, com inadimplência estável em 1,9% e lucro de R$ 12,4 bilhões, +7,8% (EBC, InfoMoney, BPMoney).
Inter reportou dia 5: lucro recorde de R$ 421 milhões, +34% a/a, ROE de 16,3% e 13º trimestre seguido de crescimento; a administração enquadra a alta da inadimplência como escolha de estratégia, e o BTG calcula que mais de 80% do aumento veio do consignado privado (Reuters, InfoMoney, Seu Dinheiro, Finsiders).
Renda disponível do brasileiro caiu ao menor nível da série histórica, pressionada por inflação e juros altos; consumo fraco, crédito caro e endividamento pressionam varejistas (Estadão, Folha).
BC cria retenção de até 24 horas para remessas cripto acima de US$ 10 mil a prestadoras no exterior, válida a partir de 2027 (BTG Morning Call).
Inflação: pra julho, a XP projeta IPCA de -0,02% e o Focus, +0,08%; pra 2026, XP em 5,14% e Focus em 5,03% (XP Inflation News).
Abicom vê defasagem da Petrobras de 53% no diesel e 24% na gasolina; Motta pauta projeto que reduz impostos sobre combustíveis e o CFO da Petrobras nega defasagem (XP Inflation News, SBT, CNN Brasil).
Brasil: política e eleições
Nexus: Lula 40% x Flávio 35% no 1º turno e 47% x 44% no 2º, com a vantagem subindo de 1 pra 3 pontos, ainda dentro da margem de 2 pontos; 2.001 entrevistas de 7 a 9 de agosto (XP Política, News XPress).
PT protocola o plano de governo no TSE: mantém o arcabouço fiscal, mira o sistema de emendas, promete fim da escala 6x1, Ministério da Segurança Pública e mudanças na legislação trabalhista, sem citar redução do limite de gastos (News XPress, Estadão, Valor, Folha).
Genial/Quaest: só 11% dos eleitores priorizam impeachment de ministro do STF na escolha do senador; 31% querem emendas e obras pro estado (O Globo/Thomas Traumann).
Lula fecha apoio a Motta na Câmara em 2027 e tenta pacto com Alcolumbre em jantar na casa de Moraes; Sidônio Palmeira fica formalmente fora da campanha (Estadão, O Globo, News XPress).
Congresso volta em semana de esforço concentrado: Planalto tenta destravar a PEC da 6x1 e a MP do fim da taxa das blusinhas, que precisa ser votada até 8 de setembro (CNN Brasil, News XPress).
Tarcísio e Haddad nacionalizam o primeiro debate em SP, com embates sobre segurança e privatizações (Folha, Estadão, G1).
Disputa entre o ministro Andre Mendonca e o diretor-geral da PF pelo controle dos inquéritos do Master e do INSS; a holding de Vorcaro foi liquidada nas Ilhas Cayman (O Globo/Traumann, Estadão).
Commodities e proteína
EUA pagam preço recorde pela carne bovina brasileira em julho; açúcar fecha a semana em máximas de até 11 meses com temor de oferta restrita (XP Inflation News).
Sunrise Energy Metals fecha em alta de 16% após empréstimo de US$ 400 milhões do governo americano pra primeira mina primária de escândio do mundo, no esforço de reduzir a dependência da China em terras raras (BTG Morning Call, WSJ).
JBS reporta hoje após o fechamento, com teleconferência amanhã às 10h; cruza com o preço recorde da carne nos EUA e abre a leitura de proteína da semana, que fecha com MBRF na quinta (RI da JBS, WSJ, XP Inflation News).
AGENDA DA SEMANA
Hoje: Boletim Focus; balanços de Embraer, Caixa Seguridade, Natura, São Martinho e Grupo SBF, e JBS após o fechamento; lá fora, Barrick, Simon Property, Rocket Lab e Trump Media.
Terça: IPCA de julho (XP vê deflação de 0,02%) e ata do Copom, o dia que testa os 70% da curva pra setembro; balanços de BTG Pactual, B3, Taesa, Cury e Direcional; CoreWeave e Super Micro lá fora; primárias em seis estados americanos.
Quarta: CPI de julho nos EUA às 9h30, o dado da semana: consenso de +0,1% no mês e 3,4% no ano; no Brasil, PMS de junho e a superquarta de balanços, com Banco do Brasil (o teste do calote rural), Sabesp, Rede D’Or, Suzano e Braskem; Tencent e Cisco lá fora.
Quinta: PPI americano e fala de Hammack, dissidente por alta em julho; vendas do varejo de junho no Brasil; balanços de Nubank e PagBank (a leitura de baixa renda), CPFL, Cemig, MBRF, Cyrela e Vamos; Applied Materials lá fora.
Sexta: vendas do varejo de julho nos EUA, sentimento de Michigan e PIB do 2T da zona do euro; posições do 2T da Berkshire; balanços de Vibra, Copasa, Cosan e Simpar.


