Boa tarde, pessoal! Beto Saadia aqui.
Esta semana realizamos um evento presencial na Nomos de SP para nossos clientes com o economista-chefe da ARX, Gabriel Barros.
Gabriel apresentou evidências de um cenário mais otimista, com juros menores (apesar da guerra) e um cenário eleitoral favorável. O fluxo de recursos estrangeiros é uma das principais evidências.
Acreditamos muito em nos reunir com vocês, beber uma cerveja e compartilhar experiências. O evento é exclusivo para clientes Nomos. Se você tem interesse em participar desses encontros, abra sua conta conosco.
Agenda da Semana
Pesquisas eleitorais dominam o cenário.
A agenda econômica da próxima semana é morna, com atenção dividida entre atividade, inflação e contas públicas. Nos Estados Unidos, o foco é o payroll, o mercado acompanha falas de dirigentes do Federal Reserve, incluindo o presidente Jerome Powell, em um momento de maior incerteza sobre os rumos da inflação.
No Brasil, a semana começa com a divulgação do IGP-M, dados de crédito e resultado fiscal do governo central. Ao longo dos dias, saem números do setor público consolidado, inflação ao produtor, Caged e produção industrial, indicadores que ajudam a calibrar as expectativas para crescimento e política monetária.
Rentabilidade das principais classes
Live sobre alavancagem patrimonial com consórcio (31/03)
A Nomos realiza na próxima terça-feira, 31 de março, às 19h30, uma live gratuita sobre estratégias de uso do consórcio para construção de patrimônio. O evento será online e aberto ao público, com inscrição por formulário. A proposta é apresentar, de forma prática, como investidores utilizam o consórcio para adquirir ativos, antecipar patrimônio e aproveitar oportunidades de mercado.
A transmissão será conduzida por Danilo Damasceno, head de consórcio da Nomos, e Paula Santana, gestora de consórcio da XP. Entre os temas previstos estão a lógica da alavancagem patrimonial, comparação com o financiamento, estratégias de lance e exemplos reais de aplicação. Ao final, os participantes recebem um e-book com os principais conceitos abordados.
Relatórios da semana
O TradeNews separa pra você os relatórios mais interessantes que nossa equipe viu nesta semana:
Calibragem pós-choque - Santander
O Santander revisou o cenário macro com petróleo acima de US$ 100 no curto prazo, o que melhora termos de troca e dá suporte ao real, mas reduz o espaço para cortes de juros. O banco elevou a projeção da Selic para 12,50% no fim de 2026 e 12,00% em 2027, além de prever dólar a R$ 5,60 em 2026, com inflação mais pressionada pelo choque de energia.
Pesquisa com assessores XP - XP
Levantamento da XP mostra que o apetite por risco e a alocação em ações ficaram praticamente estáveis em março, mesmo com a escalada no Oriente Médio. O sentimento piorou, com a nota média caindo para 6,7, enquanto a renda fixa perdeu interesse, embora siga como principal classe; já o impacto do conflito ainda não alterou a alocação para 46% dos clientes.
Elevamos projeção de inflação - XP
A XP Inc. elevou a projeção de inflação para 2026 de 3,8% para 4,5%, refletindo a alta do petróleo e seus impactos sobre combustíveis, fretes e alimentos. A casa também aponta pressão disseminada em bens industriais, apesar de algum alívio esperado no segundo semestre com a queda do Brent para US$ 80.
Copel: ainda há espaço para valorização - BTG Pactual
O BTG Pactual elevou o preço-alvo da Copel para R$ 18,10 e manteve recomendação de compra, citando potencial adicional de valorização mesmo após a alta recente das ações. O banco destaca o impacto positivo do leilão de capacidade, novos projetos de expansão e a revisão para cima dos preços de energia no longo prazo, com manutenção de uma perspectiva robusta de dividendos.
MÍDIAS DA SEMANA
https://www.wsj.com/arts-culture/books/daniel-kahneman-assisted-suicide-9fb16124
MEMOLOGY
Você acha que o S&P 500 é concentrado demais? Experimente investir em outro país por um tempo.
Depois de sobreviver aos golpes pesados das Big Techs, a capitalização de mercado da Garmin subiu mais de 7x desde 2008.

















