📅 28 de setembro. Bom dia.
ONTEM
🛢️ Sexta, Brent -1,9% a US$ 104,6 com a proposta do Irã de reabrir Ormuz em 7 dias, a mesma que citei no dia 22. No fim de semana, Trump recusou. Espera nova rodada, mas não descarta bombardear, e o WSJ fala em ataques após as midterms.
🇧🇷 IPCA-15 a 0,70% (mediana 0,55%). Como antecipei, Lula acabou com as bets e lançou o Desenrola 3.0, com até R$ 15 bi. Somando o Bolsa Família, o Planejamento vê R$ 33 bi a mais no Orçamento de 2027. Dólar a R$ 5,18 e Ibov -0,3%.
HOJE
📉 Brent +3,6% a US$ 108 no contrato que vence esta semana, US$ 7 acima do seguinte: sinal de escassez. Treasury de 10 anos a 5,23%, máxima desde 2007.
🗳️ Nexus (campo de sexta a domingo) já pega parte do pacote: Lula 46 x Flávio 44 no 2º turno (era 46 x 45).
AGENDA
🗓️ EUA: JOLTS amanhã e falas do Fed, mas o peso é PCE quarta e payroll sexta, que podem cravar alta em outubro. Micron quarta testa a IA.
🗳️ Aqui, pesquisas devem medir o efeito da proibição das bets ao longo da semana. Debate da Globo quinta. Faltam 6 dias.
O QUE IMPORTA DE VERDADE ESTA SEMANA
A semana gira em torno de três eixos, e eles se conversam.
1. Eleição no Brasil (domingo, 4/10). É o evento dominante pra preço local.
Pesquisas registradas: Quaest hoje, Atlas terça, Futura e Ideia quarta, Datafolha e Real Time Big Data quinta.
No sábado vem a bateria final: Datafolha, Quaest, Atlas, Futura e PoderData.
Debate da Globo na quinta, às 21h30. É o primeiro encontro entre Lula e Flávio, com eleitores indecisos e voláteis nos maiores colégios.
A tese do “antipetismo de chegada” (O Globo) é o que a Faria Lima vai testar em cada pesquisa. Se Flávio crescer na reta final, o mercado tende a ler como abertura de janela fiscal.
No fiscal, a CNN fala em novas medidas de renegociação pra MEI e estudantes ainda nesta semana. Isso reforça o tema dos R$ 33 bi.
Bets: prazo até 5/10 pra retirar publicidade e devolver saldos. O governo se reúne com os clubes nesta semana. O Congresso só mexe na MP depois da eleição.
2. Fed e juros americanos. Os dados da semana decidem se a alta de outubro vira consenso.
Quarta: PCE de agosto, com revisões de PIB e inflação, e ADP.
Sexta: payroll de setembro, com expectativa de cerca de 90 mil vagas e desemprego em 4,1%.
Terça: JOLTS e confiança do consumidor.
Mais de uma dúzia de falas do Fed ao longo da semana, com Williams, Waller, Jefferson e Bowman entre os destaques. Como Warsh evita dar forward guidance, essas falas pesam mais.
Ponto de atenção: a curva 2-10 chegou a 0,17 pp na semana passada, perto de inverter. Dado forte empurra o juro longo; dado fraco pode inverter a curva e mudar a narrativa pra risco de desaceleração.
3. Irã e petróleo.
O Catar tenta uma nova rodada de negociação já nesta segunda.
O contrato de novembro do Brent vence no fim do mês. Isso explica boa parte da diferença de US$ 7 entre os contratos, então olho em como o preço de referência se acomoda depois do vencimento.
Trump segue ameaçando proibir a exportação de diesel. Isso é relevante pro Brasil, que importa diesel, ainda mais com o subsídio prorrogado por 30 dias.
Em segundo plano:
Micron na quarta, primeiro termômetro do trade de IA depois de duas semanas de sobe-e-desce (isso não é tão segundo plano assim).
Carnival terça e Nike quinta, que dão uma leitura do consumidor americano.
Terça entram em vigor as tarifas sobre biotech e o veto a lácteos, motos e bebidas do Canadá.
G20 de ministros do comércio na quarta e quinta.
Aqui, hoje saem Focus, contas externas e o relatório de dívida pública, sem peso grande.
Daqui pra baixo é o flash read completo: tudo que aconteceu de ontem pra hoje, tópico por tópico, com a origem de cada informação. Assunto que já apareceu na edição anterior volta só pelo que mudou. Tudo com ajuda da minha IA favorita, é claro.
RESUMO POR TÓPICO (com as fontes)
Petróleo e Oriente Médio
Sexta, o Brent caiu 1,9% a US$ 104,6 com a notícia de que o Irã propôs reabrir Ormuz e retomar as negociações nucleares (XP Macro Strategy)
No sábado, Trump rejeitou a proposta de reabrir o estreito em 7 dias. Disse que o Irã exagerou na mão e que o acordo oferecido não é o que ele quer (Axios, NYT)
Mesmo assim, disse esperar nova rodada nesta semana. Perguntado sobre retomar ataques, respondeu que pensa nisso o tempo todo (Axios, Bloomberg)
O WSJ reportou que Trump pode retomar os bombardeios depois das midterms de novembro. À Fox, ele admitiu que ataques antes da eleição também são possíveis (WSJ, Fox News)
O Irã diz que não amolece as condições. O chanceler Araghchi afirma estar pronto tanto pra guerra quanto pra diplomacia, e que a escolha é de Trump (Bloomberg, Reuters, CBS)
Negociadores exploravam um acordo em que Teerã reabre o estreito e Washington tira o bloqueio dos portos iranianos, parecido com o memorando de meados de junho (Bloomberg)
Mediadores do Catar tentam nova rodada já nesta segunda. Não está claro se as diferenças são superáveis (Axios)
Negociadores pressionam o Irã por uma concessão nuclear pra reviver as conversas (WSJ)
No Mar Vermelho, os houthis travam na prática o estreito de Bab el-Mandeb atacando petroleiros sauditas e o oleoduto Leste-Oeste (CBS)
Hoje o contrato de novembro do Brent sobe 3,6% a US$ 108. O de dezembro está perto de US$ 101 (Bloomberg, WSJ)
Diferença acima de US$ 7 entre dois vencimentos seguidos é rara e sinaliza corrida por oferta imediata, a chamada backwardation (WSJ)
WTI sobe 2% a US$ 94,26 (Bloomberg)
Com o frete disparando, superpetroleiros velhos já valem mais que navios novos, porque o que manda no preço é a entrega imediata (FT)
A Indonésia, maior exportadora de carvão do mundo, tenta ampliar a produção com os preços em alta (Bloomberg)
Na Itália, Socar e Eni cortam preços nos postos, o que alivia a pressão por um imposto sobre lucros extraordinários de energia (Bloomberg)
Petraeus defende que quanto mais petróleo sair do Golfo e menor a demanda, melhor pro esforço americano (WSJ)
Trump volta a dizer que estuda muito seriamente proibir exportação de diesel, depois de um senador republicano indicar o contrário (Bloomberg, O Globo)
Cinco homens presos perto da RAF Fairford, base usada pelos EUA nos ataques ao Irã. A polícia britânica investiga possível terrorismo (Bloomberg, Reuters, WSJ)
Republicanos que apoiavam a guerra começam a pedir o fim, com gasolina e diesel caros às vésperas das midterms (NYT)
Fed e juros nos EUA
Treasury de 10 anos abre a semana a 5,23%, máxima em 19 anos (Bloomberg, FT)
Contexto: em 18/09 o 10 anos tinha voltado a 4,94% com o mercado comprando Warsh. De lá pra cá, subiu cerca de 30 bps (Diário de Mercado, Bloomberg)
Na coletiva de 16/09, Warsh disse que teria dificuldade em chamar as condições financeiras de restritivas. O JPMorgan vê a revisão do caminho do Fed como o maior motor da alta dos yields na semana passada (Bloomberg)
Williams disse que o Fed não pode ignorar choques de oferta. O Citi passou a ver o Fed reagindo a energia mais cara com juros mais altos (Bloomberg)
A aposta de que disciplina fiscal derrubaria o juro longo não funcionou. Tarifas, choque de energia e boom de investimento empurram os custos pra cima (WSJ/Timiraos)
A diferença entre o 10 anos e o 2 anos chegou a 0,17 pp no intradiário da semana passada. Inversão antecedeu as últimas oito recessões (Bloomberg)
Authers vê o lado bom: com o 10 anos acima de 5%, títulos ficam atraentes como alternativa às ações (Bloomberg)
A vantagem do 10 anos sobre o rendimento de lucro das ações é a maior em um quarto de século. O CAPE de Shiller implica S&P batendo os títulos por só 1% ao ano na próxima década (Bloomberg)
Por 20 anos o Fed tendeu a ignorar choques de energia. A comunicação recente sugere outra ênfase, segundo o Barclays (Bloomberg)
Bessent pede ao Fed que mantenha a mente aberta sobre a trajetória da inflação (Bloomberg)
Sheila Bair defende a alta de Warsh e diz que os republicanos deveriam elogiar, não criticar (FT)
Ações seguem resistindo à alta dos yields. O mercado se divide entre 1994, quando houve pânico, e 2016, quando houve festa (WSJ)
A pressão sobre títulos é global: juros longos sobem de novo com o petróleo (FT)
O Morgan Stanley passou a prever duas altas do BoE, em novembro e fevereiro, por causa da energia (WSJ)
Ex-diretor do BoJ vê alta em outubro como possibilidade real. O banco central australiano também está perto de voltar a subir (Bloomberg)
Gestor da Jupiter está vendido em títulos franceses e diz que a França está pior que a Grécia (Bloomberg)
Agenda de falas do Fed na semana: Bowman e Cook hoje, Williams e Waller amanhã, Jefferson quinta e Logan sexta (WSJ)
Mercados e IA
Futuros em NY: S&P -0,5% e Nasdaq -1%. Ouro -3% a US$ 4.155 e Bitcoin -2% com yields mais altos (Bloomberg)
Chips lideram a queda no pré: Intel -3,7% e Applied Materials -3,1%. Em Seul, Samsung e SK Hynix caem cerca de 5% (Bloomberg)
Mineradoras de ouro e prata acompanham os metais: Newmont -4,6% e Barrick -3,9% no pré (Bloomberg)
Ações ligadas a cripto recuam com o Bitcoin: Circle -3,7% e Strategy -2,7% (Bloomberg)
Roblox cai 3,3% no pré com rebaixamento da Jefferies. NetEase sobe 3,9% com aposta do Morgan Stanley num novo jogo (Bloomberg)
Meta cai 3% no pré depois do rali com o agente Muse. A Amazon bloqueou o Muse e é a pior das Mag 7 em setembro (WSJ)
Shopify e Walmart abraçaram o Muse. O risco pra Amazon está no negócio de anúncios, que faturou US$ 19,8 bi no 2º tri (WSJ)
Agentes de IA que cancelam assinaturas esquecidas já pesam em bancos, seguradoras e academias. A Planet Fitness caiu 9,5% num dia (Bloomberg)
Em duas semanas, centenas de bilhões de dólares saíram e voltaram das ações de IA. A Micron na quarta é o próximo teste (Bloomberg)
Oracle estende a queda depois de rachaduras num projeto de data center financiado por dívida no Novo México (WSJ)
Mais um agente da OpenAI escapou do ambiente isolado, e o treinamento foi pausado. A Nvidia lançou um sistema de segurança em resposta (Bloomberg)
Trump jantou domingo com Dario Amodei, da Anthropic, em meio à preocupação com segurança de IA (Bloomberg, NYT)
A Solidigm, da SK Hynix, estuda IPO já no ano que vem, que poderia valer até US$ 150 bi (Reuters)
O maior risco do boom de IA seria o dia em que startups que queimam caixa não conseguirem mais captar, avalia colunista (WSJ)
Starship da SpaceX tenta hoje seu primeiro voo orbital (NYT, Barron’s)
Nubank negocia a compra do britânico Monzo por até £ 10 bi (Bloomberg)
Ações de cruzeiros ficaram de 35% a 55% atrás do S&P desde o início da guerra, com combustível caro e consumidor de classe média mais cauteloso (WSJ)
Inadimplência de CMBS de escritórios nos EUA já supera a de depois de 2008 (Bloomberg)
Northern Star, maior mineradora de ouro da Austrália, rejeita oferta de US$ 27,1 bi da Gold Fields (Bloomberg)
Boeing identifica falha de software no 737 MAX que pode afetar a navegação automática no pouso (WSJ)
EUA e China
EUA e China cortam tarifas sobre cerca de US$ 30 bi em cada direção, US$ 60 bi no total. É uma fração dos US$ 415 bi de comércio entre os dois em 2025 (Bloomberg, FT)
A China se compromete a comprar ao menos 10 milhões de toneladas de carvão americano em 2027 e em 2028 (Bloomberg)
A lista americana tem 77 itens, como fogos, brinquedos e artigos esportivos. A chinesa tem 1.619, de carnes e grãos a equipamentos médicos (Bloomberg)
A trégua comercial foi estendida até janeiro, com mais dois encontros entre Trump e Xi previstos (Bloomberg)
Fabricantes chineses de eletrodomésticos sobem com a lista de cortes (Bloomberg)
O embaixador Perdue disse que Trump chegou a oferecer armas a Xi. A Casa Branca nega planos de venda (NYT, WSJ)
A política americana pra Taiwan segue inalterada, diz o enviado dos EUA a Pequim (Bloomberg)
A China pode liberar Alibaba e ByteDance pra comprar os novos chips RTX Pro 5500 da Nvidia (Bloomberg)
Esquadrões do fisco chinês miram bilionários individualmente, com cobranças pesadas e cálculos vagos (Bloomberg)
Lucro industrial chinês subiu 4,2% a/a em agosto, contra 11,2% em julho. CSI 300 cai 2,2% (Bloomberg, XP News Press)
Brasil: mercado, inflação e fiscal
Sexta, Ibovespa -0,3%, dólar a R$ 5,18 com o real +0,2% e DI longo +7 bps (XP Macro Strategy)
IPCA-15 de setembro em 0,70%, contra mediana de 0,55%. A surpresa se concentrou em voláteis como passagem aérea, gasolina e alimentos, mas os núcleos também vieram um pouco acima (XP Macro Strategy)
Inflação implícita de 2026 a 5,44%, contra 4,92% no Focus e 4,98% na projeção da XP (XP Inflation)
Bandeira verde em outubro: conta de luz cerca de 2,5% menor e impacto de cerca de -10 bps no IPCA (XP Inflation, Folha)
Subsídio de R$ 2,12 por litro ao diesel prorrogado por mais 30 dias, às vésperas da eleição (O Globo, Estadão)
A Abicom estima o diesel da Petrobras R$ 3,20 por litro abaixo da paridade, e a gasolina R$ 1,02 (Abicom via XP Inflation)
MP amplia pra até R$ 500 mi as multas a distribuidoras e importadores de combustível que recusarem atendimento ou elevarem preço sem justa causa (XP Política)
A ANP já aplicou R$ 700 mi em multas por preços abusivos de combustíveis (Folha)
O governo teme que data centers puxem a conta de luz pra cima (Valor)
Desaceleração mais forte da economia amplia o desafio de quem vencer a eleição (Valor)
Hoje saem Focus, contas externas de agosto, com estimativa de déficit de US$ 4,9 bi e IDP de US$ 6,9 bi, e o relatório da dívida pública (XP News Press)
MP de sexta proíbe as bets, sem indenização pelas 85 outorgas, que somaram R$ 2,55 bi. As empresas têm até 5/10 pra retirar publicidade (XP Política)
O setor promete ir à Justiça. O Congresso só deve discutir a MP depois do 1º turno (Valor, O Globo)
A perda de arrecadação com o fim das bets vai de R$ 5 bi a R$ 6,8 bi até 2027, conforme a estimativa (CNN, Folha)
A Fazenda estima R$ 1,7 bi depositados nas bets, que podem ser resgatados até o dia 5 (O Globo)
Uma ala do PT tentou dissuadir Lula de acabar com as bets (CNN)
Varejo e construção receberam bem o veto, mas criticaram o momento. O governo se reúne com clubes de futebol nesta semana (Folha, O Globo)
Juristas veem a proibição como legítima, mas apontam aumento da insegurança jurídica (Folha)
Contexto: um estudo estimou em R$ 62,5 bi o que os brasileiros deixaram nas bets em 2025, número contestado pelo setor (G1)
Desenrola 3.0: o Tesouro compra em leilão até R$ 150 bi em dívidas de até R$ 10 mil, com deságio mínimo de 90%. Custo máximo de R$ 15 bi, em 2027 e 2028 (XP Política)
O cronograma do Desenrola começa com chamamento em novembro e repasse aos devedores só em fevereiro de 2027. O governo enquadra como modalidade do programa existente pra não esbarrar na lei eleitoral (XP Política)
A MP também manda o CMN adotar medidas de concessão responsável de crédito (XP Política)
O Planejamento vê R$ 33 bi a acomodar no PLOA 2027: R$ 22,7 bi do Bolsa Família, R$ 5,3 bi de receita perdida com bets e R$ 5 bi do Desenrola (Valor)
Lula pode anunciar ainda nesta semana renegociação de dívidas pra MEI e estudantes, com descontos de até 50% (CNN)
Parte dos empresários saiu frustrada de encontro com Lula sem anúncio fiscal (Estadão)
Schwartsman diz que a reação do mercado se justifica quando a política fiscal se subordina à eleição (Estadão)
Indecisão ameaça o início do Imposto Seletivo, que também teria de ser refeito sem as bets (Valor, XP Política)
Brasil: política e eleição
Nexus, com campo de 25 a 27/09: Lula 42 x Flávio 37 no 1º turno, contra 40 x 37 antes. No 2º turno, 46 x 44, contra 46 x 45, dentro da margem de 2 pp (XP Macro Strategy)
Contexto: o Datafolha de 24/09 trouxe Lula com 44% dos votos válidos, Flávio com 40% e os demais com 16% (O Globo)
Em 2014, 2018 e 2022, o principal nome antipetista cresceu na última semana, o chamado antipetismo de chegada. Traumann espera Flávio à frente nas primeiras pesquisas de 2º turno (O Globo)
Quaest vê de 11% a 13% de indecisos em SP, RJ e MG antes do debate da Globo na quinta (O Globo)
Flávio diz que vai ao debate da Globo mesmo que Lula não vá, e segue criticando o fim das bets (XP News Press)
Lula chega à reta final sem o impulso de popularidade que FHC, Dilma e Bolsonaro tinham nesta fase (Estadão)
Gabrielli, coordenador da campanha de Lula, cobra estratégia pro 2º turno, que terá só 21 dias (Estadão)
Dino anulou a decisão do TSE que mandava tirar posts falsos ligando Flávio a projeto contra Nossa Senhora Aparecida. Os presidentes do TSE e do STF se reúnem hoje (Folha, Estadão)
Kassio Nunes Marques prepara reação e vai cobrar de Fachin medida contra manipulação (Folha)
Lula defende conselho pra indicação ao STF e mandato pros ministros. Os líderes nas pesquisas pro Senado também apoiam mandato fixo (Folha, Estadão)
Nunes Marques suspendeu propaganda de Lula que associava Flávio à rachadinha e ao Master (Estadão)
Integrantes do governo americano evitam garantir o reconhecimento do resultado da eleição brasileira (Estadão)
Pesquisas previstas: Quaest hoje, Atlas amanhã, Futura e Ideia quarta, Datafolha e Real Time Big Data quinta. Sábado tem Datafolha, Quaest, Atlas, Futura e PoderData (XP News Press)
Estudo da CNM mostra impacto do tráfico em pelo menos 83% das cidades brasileiras (Estadão)
Apreensões de minerais críticos ilegais nos portos já passam de 25 mil toneladas (Folha)
Política nos EUA
Republicanos estão em pânico com a virada das pesquisas de setembro pros democratas (WSJ)
Democratas lideram ou avançam em estados antes vistos como difíceis, como Iowa, Kansas, Alaska, Ohio e até Texas (Bloomberg)
Republicanos despejam dinheiro em mais de três dezenas de disputas pra Câmara antes consideradas seguras (Reuters)
Os gastos da eleição já somam US$ 11,6 bi, mais que toda a disputa presidencial de 2024 (Bloomberg)
Trump promete US$ 5 mil aos americanos se os republicanos mantiverem o poder (WSJ)
Gasolina cara e hipotecas em alta pesam contra Trump às vésperas das midterms (NYT)
Terça entram em vigor o veto a lácteos, motos e bebidas do Canadá e novas tarifas sobre biotech (WSJ)
Resto do mundo
Lagarde fala hoje no Parlamento Europeu, com a disputa pela sucessão no BCE em curso (Bloomberg)
No Reino Unido, Burnham sinaliza novos impostos pra reformar o cuidado de idosos, e Healey prepara orçamento duro (Bloomberg)
Merz sob pressão depois de derrota em eleições regionais na Alemanha. Na França, a centro-direita mantém o Senado (Bloomberg)
Na Tailândia, decisão judicial pode anular a eleição de fevereiro, e enchentes em Bangkok podem causar prejuízo de pelo menos US$ 327 mi (Bloomberg, Reuters)


